Elton John - The Diving Board
The Diving Board
Foi no começo da década passada, após anos e anos lançando álbuns muito abaixo da média, que Elton John decidiu voltar a ser o grande artista que havia sido entre 1970 e 1976.
Mesmo que não tenham vendido muito,
todos os seus discos a partir de "Songs From The West Coast" são recomendadíssimos, ao trazerem o compositor reconectado com o seu passado.
A maior surpresa de "The Diving Board" é ver que ao contrário desses últimos trabalhos, ele não é bem outro trabalho de "volta às raízes".
É claro que é possível pegar alguns acenos a discos como "Elton John" (1970) ou "Honky Château" (1972), mas podemos dizer que esse 31° álbum do pianista é diferente de tudo o que ele já fez.
Para começar o álbum não traz Elton se fazendo acompanhar de sua lendária banda. O produtor T-Bone Burnett preferiu colocar Elton com um pequeno grupo de músicos, todos tocando de forma simples e sem maiores firulas. O disco é de longe o mais "quieto" já gravado pelo artista - é praticamente impossível ouvi-lo com fones de ouvido no meio do trânsito, a não ser que o volume esteja bem alto.
Esse ambiente quase camerístico que permeia boa parte das canções do álbum, se mostrou o ideal para que as canções de Elton, e seu letrista inseparável, Bernie Taupin, ganhassem vida.
"The Diving Board" traz 15 faixas, a maioria delas bem tristes, versando sobre a inegável passagem do tempo - o cantor está com 66 anos - e tudo o que isso acarreta para as nossas vidas. É um trabalho um tanto difícil e que pode assustar não os mais jovens, mas também os fãs do cantor que só o conhecem pelos seus inúmeros hits. Mas não se enganem, esse é um dos melhores discos já feitos por ele e um candidato sério a figurar entre os grandes álbuns de 2013.
Mesmo que não tenham vendido muito,
todos os seus discos a partir de "Songs From The West Coast" são recomendadíssimos, ao trazerem o compositor reconectado com o seu passado.
A maior surpresa de "The Diving Board" é ver que ao contrário desses últimos trabalhos, ele não é bem outro trabalho de "volta às raízes".
Para começar o álbum não traz Elton se fazendo acompanhar de sua lendária banda. O produtor T-Bone Burnett preferiu colocar Elton com um pequeno grupo de músicos, todos tocando de forma simples e sem maiores firulas. O disco é de longe o mais "quieto" já gravado pelo artista - é praticamente impossível ouvi-lo com fones de ouvido no meio do trânsito, a não ser que o volume esteja bem alto.
Esse ambiente quase camerístico que permeia boa parte das canções do álbum, se mostrou o ideal para que as canções de Elton, e seu letrista inseparável, Bernie Taupin, ganhassem vida.
"The Diving Board" traz 15 faixas, a maioria delas bem tristes, versando sobre a inegável passagem do tempo - o cantor está com 66 anos - e tudo o que isso acarreta para as nossas vidas. É um trabalho um tanto difícil e que pode assustar não os mais jovens, mas também os fãs do cantor que só o conhecem pelos seus inúmeros hits. Mas não se enganem, esse é um dos melhores discos já feitos por ele e um candidato sério a figurar entre os grandes álbuns de 2013.
Link: http://www.vagalume.com.br/news/2013/10/05/justin-timberlake-elton-john-metallica-e-haim-nos-destaques-da-semana.html#ixzz2gtkXJRRv
Nenhum comentário:
Postar um comentário