QUEM DEU O QUE FALAR? FATOS DA SEMANA
Semana de 28/9 a 4/10/2013
2.out.2013 - E após dedicar a segunda temporada da série "Sessão de Terapia" a Claudio Cavalcanti, o diretor Selton Mello falou dos efeitos que a série tem causado no mercado da psicologia. A versão brasileira do programa tem aumentado a demanda por psicólogos. Pelo menos foi o que disseram elenco e produtores do programa, que chega a sua segunda temporada no próximo dia 7 de outubro, às 22h30, no canal pago GNT. "Eu faço terapia e tinha muita curiosidade em saber o que meu terapeuta pensava da série. Ele aprovou. Disse que triplicou o número de pacientes que o procuram influenciados pela série. E disse ainda que, agora, seus pacientes o olham de jeito diferente. Eles querem saber quem é a Dora dele", contou o diretor. Dora é a personagem interpretada por Selma Egrei. Na trama, ela é a psicóloga do psicólogo-protagonista. A atriz é uma das poucas do elenco que afirma não fazer terapia na vida real. "Eu faço a minha própria terapia no teatro. Cada vez que pego um personagem e tento entender sua psique, eu aprendo com eles algo que às vezes sim, às vezes não, traz alguma reflexão à minha vida."
3.out.2013 - A cantora Sinéad O'Connor publicou uma carta aberta para Miley Cyrus, pedindo para a ex-artista da Disney não permitir que a indústria da música a transforme em uma "prostituta". Em um longo texto, Sinéad ainda afirma que o talento de Miley é maior do que sua nudez. "A indústria musical não dá a mínima para você, ou para qualquer uma de nós. Eles vão te prostituir por tudo que você vale e habilmente fazerem você pensar que isso é o que VOCÊ queria... e quando você acabar em uma clínica de reabilitação por ter sido prostituída, "eles" vão estar em seus iates em Antígua, que eles compraram com a venda de seu corpo, e você vai se sentir muito sozinha", diz Sinéad na carta. O que era para ser apenas uma troca de elogios e conselhos virou uma espécie de guerra nas redes sociais. Miley aparentemente não gostou das recomendações da cantora mais velha e desdenhou no Twitter. "Antes de Amanda Bynes, havia...", escreveu ao postar um print com mensagens de Sinéad no auge de uma crise esquizofrênica no Twitter há dois anos – parecido com os supostos surtos da atriz. "Sinéad. eu não tenho tempo de escrever para você uma carta aberta por que vou me apresentar no 'SNL' esta semana. Então se você quiser se encontrar e conversar, deixe-me saber em sua próxima carta", ironizou Miley. Sinéad respondeu: "Eu não tenho nenhum interesse ou desejo de causar-lhe problemas, mas se você não pedir desculpas por ter deliberadamente tentado me ferir e causar problemas pessoais e profissionais, vou ter que fazer pressão em cima de você", disse. "Quando você acabar na ala psiquiátrica ou na reabilitação eu ficarei feliz em visitá-la... e não me rebaixar para zombar de você". Bafo!
3.out.2013 - Enquanto isso, Britney Spears lançava seu novo vídeo para a música "Work Bitch". A cantora admitiu, em entrevista a uma rádio americana, que pode estar forçando a mão demais no caráter sexual de seus clipes e figurinos. Comentando o recém-lançado "Work Bitch", vídeo em que encarna um misto de dominatrix com prostituta de cabaré, a popstar e mãe de dois filhos disse que não se sente mais tâo à vontade encarnando papéis hipersexualizados. "A gente filmou muito mais do que entrou [no clipe]. Cortei metade do vídeo. Porque tenho filho e é difícil encarnar a mamãe sexy popstar. Tenho de ser verdadeira comigo mesma", afirmou a cantora, admitindo ainda que se sente "pressionada" a apelar a temas sexuais a cada novo trabalho que lança. "Parte do que eu faço, e sei que faço bem, tem sexo envolvido. Mas tem vezes em que eu só queria voltar aos tempos em que usava um só figurino no vídeo inteiro e o foco era mais na dança, sem o sexo", lembra Britney, que começou a carreira ainda criança estrelando atrações da Disney e clipes colegiais mais ingênuos. O vídeo foi proibido no Reino Unido.
2.out.2013 - Logo após Britney, Rihanna também lançou um clipe ainda mais erótico que a colega de pop. "Pour it Up", sua mais recente música de trabalho, mostra imagens da ex de Chris Brown extremamente provocante, chegando a simular uma relação sexual. Sentada salientemente em um trono, a diva está em um ambiente hedonista repleto de strippers dançando em volta de mastros de pole dancing, com direito a chuva de dinheiro. Nos últimos dias, a cantora mostrou nas redes sociais imagens das gravações. A faixa integra "Unapologetic", lançado no fim do ano passado, o sétimo álbum de Rihanna.
4.out.2013 - E quem fechou a semana de polêmicas com sexo no pop foi, a rainha de todas, Madonna. Depois de lançar seu curta sobre intolerância, a cantora escreveu um artigo para a revista Harper´s Bazaar dizendo que havia sido estuprada quando chegou a Nova York. "Nova York não era tudo o que eu pensei que seria. Ela não me recebeu de braços abertos. No primeiro ano, fui assaltada a mão armada. Depois fui estuprada no teto de um edifício para o qual fui arrastada com uma faca apontada para minhas costas. Meu apartamento foi invadido três vezes e eu nem sei por que, já que eu não tinha nada de valor, além do meu rádio, que eles tinham levado na primeira invasão." É assim que ela descreve seu primeiro ano na cidade logo depois de ter deixado seu Estado natal, Michigan, para ir "à cidade dos inconformistas" para ser "uma artista de verdade". Chamado de "Truth or Dare" (Verdade ou Desafio), o título do artigo faz alusão ao filme "Na Cama com Madonna", em que a cantora mostra os bastidores de sua turnê de 1990 e aparece simulando sexo oral em uma garrafa após ser desafiada no jogo. Madonna brinca dizendo que o jogo é interessante porque na hora em que as pessoas têm de responder algo, escolhem "verdade" e então inventam uma história sobre si mesmas que nunca ninguém saberá se realmente é verdade. Ou seja, será que ela foi mesmo estuprada?
2.out.2013 - E falando em reis do pop, chegou ao fim nesta quarta-feira (2) o processo que Katherine Jackson, mãe do cantor Michael Jackson, movia contra a empresa AEG Live, responsável pela série de shows que o cantor faria em 2009, quando veio a morrer. Os jurados chegaram ao veredicto de que a empresa não foi responsável pela morte do cantor. "Não poderíamos estar mais satisfeitos com a decisão do júri", disse Marvin S. Putnam, advogado da AEG. Em setembro, ele já havia declarado no tribunal que Jackson era totalmente responsável por suas escolhas: "Eles fez algumas escolhas ruins que terminaram em uma horrível tragédia", argumentou. Katherine alegava que a empresa foi negligente ao contratar Conrad Murray para ser médico pessoal de seu filho. A matriarca, que também representava os filhos do astro pop, chegou a pedir uma indenização no valor US$ 40 bilhões. No entanto, se ganhasse a ação, o valor chegaria no máximo a US$ 1 bilhão. Depois do veredicto, Katherine disse a jornalistas que estava bem. Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009 devido a uma overdose de remédios, entre eles o anestésico Propofol, que foi administrado por Murray. Testemunhas do caso contaram que o astro viu na turnê de "This is It" uma forma de "redenção", após ele ter sido absolvido no caso envolvendo abuso de menores.
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