"Sempre quis ser uma senhora apetitosa", diz Luiza Brunet, aos 52 anos, durante desfile
Aos 52 anos ela é sinônimo de beleza e segue como uma das mulheres mais lindas do País. "Faço o básico e me cuido sem exageros. Me alimento bem, não deixo nunca de usar protetor solar e vários outros cremes. Mas tenho sorte de ter uma genética ótima: 17% do meu sangue é índio", afirma a eterna modelo, em ótima forma.
Após três meses de separação do empresário Lírio Parisotto, de 58 anos, Luiza acaba de reatar o namoro. "Nos acertamos, estou completamente apaixonada. Vamos dar um pulo na Flip, em Paraty, e de lá vamos tirar férias em Ibiza para celebrar a volta da relação", conta ela.
Quem também participou do evento foi Flávia Alessandra. "É uma honra estar aqui para premiar os maquiadores, esses profissionais que são verdadeiros artistas e trabalham para deixar a mulher mais bonita", diz a atriz, que encerrou o desfile com o modelito que foi a última criação de Dener. "Ele foi o pioneiro da moda brasileira, elevou a nossa moda a um patamar internacional. Nunca imaginei que teria a sorte de usar uma criação dele", comemora Flavia.
Ao todo dez modelos inéditos do saudoso costureiro, deixados por ele em forma de croqui quando desenhava o que seria sua última coleção, foram mostrados durante o evento e desfilados por Paola de Orleans e Bragança, Marcele Bittar e a atriz Monica Martelli. A apresentação fa noite foi do ator Ricardo Tozzi.
"Em uma época em que vestir-se bem era usar criações europeias, a moda feita por Dener conquistou o país e uma clientela que incluía nomes como a então primeira dama Maria Tereza Goulart, cantoras como Elis Regina e mulheres de famílias tradicionais como Matarazzo e Trussardi", afirma Rosana Marques, diretora de comunicação da Avon. Ela convocou o crítico e historiador de moda José Gayegos, que foi amigo e braço direito do estilista por muitos anos, para fazer a curadoria do desfile e recriar as peças. "Um dos destaques do desfile foi a última criação do Dener, feita para a coleção que ele preparava em homenagem a sua filha, Maria Leopoldina, pouco antes de morrer", diz Gayegos, detentor do maior acervo de roupas, croquis e material iconográfico deixado pelo estilista.
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