Ao Vivo

30 de dezembro de 2014

Poliana Abritta, do ‘Fantástico’, diz que já esperava burburinho sobre sua tatuagem
Polianna Abritta relembra quando esteve à frente do ‘Globo mar’ Foto: Leo Martins / Leo Martins

Poliana Abritta recebeu há quase dois meses a missão de dividir o cenário do “Fantástico” com Tadeu Schimit. E com 17 anos de carreira, a jornalista não esconde a empolgação de ocupar um posto cheio de visibilidade. Neste “Você entrevista”, ela responde às perguntas dos leitores do EXTRA e fala sobre seu novo trabalho no telejornalismo da Globo.
Quando começou esse sonho “Eu quero ser jornalista”? Alguma reportagem te marcou?
Odil Schmorantz
Sou apaixonada por contar histórias. E quando conheci uma redação (de jornal) me apaixonei. Já cursava Comunicação e a partir de então tive certeza de que o jornalismo era a minha profissão. Muitas reportagens me marcaram. A mais recente foi a que fiz com o prêmio Nobel da Paz, Kailash Satyarthi, exibida no “Fantástico”.
Como foi estar à frente do “Globo mar”?
Juliano Mendes
Foi uma das experiências mais ricas que vivi na minha profissão. O programa trouxe um formato novo em que o telespectador sentia que embarcava com a gente, participava da reportagem do amanhecer ao anoitecer. Pude mostrar histórias de brasileiros que, apesar da vida dura, batalham com garra e fé no amanhã. Pessoalmente, também foi enriquecedor.
De onde vem o sobrenome Abritta? Na escola, chegou a sofrer algum tipo de bullying, de trocadilho, por conta do sobrenome diferente?
Samantha Vieira
Abritta, com duas letras ‘T’, vem da Calábria, na Itália. Meu nome todo é Poliana Abritta Martins Ferreira, mas foi o Abritta que escolhi para usar profissionalmente. Justamente por ser incomum e muito forte. Sem bullying, sem traumas. Adoro ser Abritta!
Como foi estrear no “Fantástico”? E o que achou do falatório em torno da sua tatuagem?
Jurandir Maia
Foi uma delícia! Fiquei muito feliz com o convite. Encarei com toda a dedicação, que é uma característica minha. Quanto à tatuagem, eu imaginava uma repercussão, sim. Acho natural. E acho também que foi positiva.
Como é dar conta de trigêmeos de 6 anos?
Giselle Carvalho
Tento conciliar tudo, como a maioria das mulheres. E dá certo, do meu jeito. Ajudo no dever de casa, confiro se escovaram os dentes, digo que “tem que comer fruta”, “escolher um verde para botar no prato e comer na hora do almoço”... E tem a hora da diversão: do cinema, do pique-esconde, da adedanha. Na hora de dormir, gosto de todo mundo junto, aninhado. Depois, coloco cada um na sua caminha. E até amanhã!
Qual a diferença entre estar no “Fantástico” e num telejornal?
Armando Netto
O “Fantástico” é mais descontraído. E isso faz com que eu me mostre mais como realmente sou. Tem sido uma experiência fascinante.


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