Sob chuva, Titãs aquece público dos
Stones mergulhando nos anos 80
Leornardo Rodrigues
Do UOL, em São Paulo
Do UOL, em São Paulo
Dez anos após abrir para os Rolling Stones em Copacabana, num show histórico que reuniu mais de 1 milhão de pessoas, os Titãs voltaram a cumprir a tarefa nesta quarta-feira (24), no estádio do Morumbi, em São Paulo.
Agora em "casa", a banda subiu ao palco pontualmente às 19h, seguindo praticamente o mesmo roteiro de uma década atrás, quando ainda era oficialmente um quinteto e contava com o baterista Charles Gavin.
"Hoje vai ser uma grande noite, esperamos fazer parte dela com vocês", disse o vocalista Paulo Miklos, antes de emendar "Comida".
A chuva que ia e vinha nos arredores do estádio antes e durante a apresentação não chegou a interferir na competente e roqueira performance dos Titãs, que começou com volume ligeiramente baixo, o que foi corrigido logo na segunda música.
No palco, nada de telão ligado, raios de luz ou qualquer parafernália visual, apenas os integrantes do grupo e o espírito dos anos 1980. Discursos políticos também nao tiveram vez.
Sintetizado em cerca de 50 minutos, o repertório reuniu várias das faixas mais representativas da banda, na ativa há 34 anos.
Clássicos como "Flores", "Sonífera Ilha" e "Homem Primata" foram suficientes para aquecer o público, heterogêneo e em número razoável, ainda chegando ao local com suas capas de chuva.
Talvez o único ponto negativo: quase ninguém da plateia parecia disposto a "pogar", abrindo as tradicionais rodinhas, nem nas pesadas "Polícia" e "Cabeça Dinossauro".
Agora em "casa", a banda subiu ao palco pontualmente às 19h, seguindo praticamente o mesmo roteiro de uma década atrás, quando ainda era oficialmente um quinteto e contava com o baterista Charles Gavin.
"Hoje vai ser uma grande noite, esperamos fazer parte dela com vocês", disse o vocalista Paulo Miklos, antes de emendar "Comida".
A chuva que ia e vinha nos arredores do estádio antes e durante a apresentação não chegou a interferir na competente e roqueira performance dos Titãs, que começou com volume ligeiramente baixo, o que foi corrigido logo na segunda música.
No palco, nada de telão ligado, raios de luz ou qualquer parafernália visual, apenas os integrantes do grupo e o espírito dos anos 1980. Discursos políticos também nao tiveram vez.
Sintetizado em cerca de 50 minutos, o repertório reuniu várias das faixas mais representativas da banda, na ativa há 34 anos.
Clássicos como "Flores", "Sonífera Ilha" e "Homem Primata" foram suficientes para aquecer o público, heterogêneo e em número razoável, ainda chegando ao local com suas capas de chuva.
Talvez o único ponto negativo: quase ninguém da plateia parecia disposto a "pogar", abrindo as tradicionais rodinhas, nem nas pesadas "Polícia" e "Cabeça Dinossauro".
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