Ao Vivo

1 de dezembro de 2015


Após três casamentos, Marcelo Rezende escreve livro sobre "falta de amor"

Gilvan Marques
Do UOL, em São Paulo
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Veja os bastidores do programa "Cidade Alerta", com Marcelo Rezende14 fotos

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1.ago.2013 - "Se você conhecer alguém que ande na rua à noite despreocupada, me apresente. Gostam de ver, mas não querem saber como foi o crime", disse Marcelo, que não se considerada um repórter sensacionalista Leia mais Leandro Moraes/UOL
Um dos principais jornalistas de programa policial da TV brasileira, Marcelo Rezende está escrevendo um livro sobre "falta de amor", que conta a história de um homem entre os séculos 18 e 19, pai de muitos filhos e "supostamente amor de algumas mulheres". 
Em entrevista ao UOL, Rezende conta mais detalhes sobre a obra e fala ainda sobre a vida amorosa, evita revelar se está namorando, diz que prefere o "fruto maduro" e jura que nunca saiu com nenhuma fã – mas não vê "nada demais nisso".
O jornalista desabafa sobre os três casamentos que não deram certo e avalia que o seu "egoísmo" e o "silêncio" o prejudicaram nos relacionamentos. "Eu sou a soma dos meus erros, que não são poucos, em busca de corrigir-me", relata.
Veja a seguir a entrevista com o apresentador da Record:
UOL: Como surgiu a ideia de escrever este livro? Ele é baseado em histórias reais, fictícias, com personagensE por que esse tema?
Rezende: Nasceu de um pensamento. Outro dia, ao ler um texto de Agostinho numa conversa com um discípulo e ao apresentar um caso no "Cidade Alerta", passei a pensar nas diversas formas de amor: amor de mãe, amor de pai, amor entre duas pessoas, amor ao próximo, amor oculto, e por aí vai. Aí parei no amor entre duas pessoas. E me veio uma definição: "O amor é a pedra lapidada da paixão". A paixão continua, mesmo que numa forma mais modesta, mas entram o companheirismo, a cumplicidade, o respeito, a vida dividida, o ceder, os planos compartilhados. Daí pensei: e quais as formas do desamor. Daí resolvi começar a espelhar um livro que já me ocupava a cabeça. A história de um homem entre os séculos 18 e 19, pai de muitos filhos e supostamente amor de algumas mulheres. E tragédias vão acontecendo num ambiente de aparente amor, que, na verdade, é o mais completo desamor retratado numa única vingança.
Tem o apoio de alguma outra pessoa para escrevê-lo? Há data para lançamento?
Espero – e só espero – terminar no ano que vem. Escrevo sozinho e no pouco tempo que tenho de sobra, por isso demora. 
Você foi casado três vezes e teve cinco relacionamentos. Escrever sobre "falta de amor" tem relação com algum antigo relacionamento? Ou, talvez, tem relação com alguma frustração amorosa?
[São] personagens de ficção com a soma das minhas vivências e do que penso.
Parece lidar tranquilamente com o fim dos casamentos. Você já fez alguma avaliação sobre por que não daram certo? Errou em algum ponto? Hoje faria diferente em alguma coisa?
Como escapar dos meus erros? Não é possível que com tantos relacionamentos eu esteja sempre certo. É óbvio para mim que uma das causas para tantos rompimentos é um egoísmo que me habita e um outro defeito grave: o silêncio. Falo o dia inteiro, mas desde que me lembro sempre guardei muito do que sinto só para mim. Uma relação precisa ter a parte reservada de cada um, um individualismo necessário, coisas que você esconde até mesmo de você. Mas eu sou fechado demais, apesar de não parecer. E isso é uma tragédia numa vida a dois. Eu sou a soma dos meus erros, que não são poucos, em busca de corrigir-me. Quando jovem você corre em busca do "dar certo". O trabalho é a máquina que alimenta a ilusão do sucesso. Vence de um lado, perde de outro. Na maturidade você corre em busca da permanência. Quando olha o tempo passou – a vida é um átimo que não vemos. E quando vemos já é tarde. Paulo escreveu uma coisa que adoro: "Deus não nos deu uma alma de covardia, mas de poder, amor e equilíbrio." Quisera eu entender isso mais jovem.
Eu não posso correr com a velocidade do Bolt, com o malabarismo do Neymar, com a explosão do Victor Belfort, com o equilíbrio de um bailarino como Nureyev quando jovem. Minha métrica agora é outra – é uma poesia compassada, lida com voz calma, quase dolente. Não é heavy metal
Está namorando atualmente? Pensa em se casar novamente?
Não sou eu quem me navego quem me navega é o mar. A poesia de Paulinho da Viola me ensinou a deixar a vida falar. Não sou homem de muitos amores nem de muitas paixões simultâneos. São muitas as flechas do amor. A questão é acertar o alvo. Por isso prefiro estar ou ser de uma pessoa a não ser de muitas.
Há dois anos, você afirmou que prefere as mulheres de sua idade e não as novinhas. Continua com a mesma opinião? Por que essa preferência?
Namorar com miss é bom, mas dá trabalho. Eu não posso correr com a velocidade do Bolt, com o malabarismo do Neymar, com a explosão do Victor Belfort, com o equilíbrio de um bailarino como Nureyev quando jovem. Minha métrica agora é outra – é uma poesia compassada, lida com voz calma, quase dolente. Não é heavy metal. Daí o fruto maduro – doce e suave na boca e de permanência mais longa.
Acredita que a idade o tornou mais sedutor? E criterioso também?
Sedutor não digo. Nem sei explicar bem. É como se a calma que tenho no meu dia a dia e o conhecimento de anos de vida se transformassem numa sabedoria de mostrar a outra pessoa que em mim vai encontrar afeto, respeito e dedicação e amor verdadeiro. Sempre fui criterioso – não tenho do que me queixar das mulheres que passaram na minha vida. Todas, sem exceção, são espetaculares mães dos meus filhos e me deram grandes alegrias. E na separação não houve tempo para mágoas ou ódios. Jamais deixamos que a relação chegasse ao fundo do poço. E isso chama-se "sabedoria do fim".
Você criou um quadro sobre namoro no "Cidade Alerta" e a repercussão foi bem legal, a ponto de mulheres do Brasil inteiro enviar e-mails com fotos e perfis. Por que não deu certo com as pretendentes?
Porque não era esse o fim. A ideia era estreitar uma relação de amizade e de respeito. Não era para namorar ou casar.
Como você lida com o assédio? Já saiu com alguma fã? Teria algum problema em sair com elas? 
Lido com calma. A pessoa que te assiste idealiza o que nem sempre você é. A magia da televisão encobre os nossos defeitos. Jamais saí com qualquer fã. Mas não vejo nada demais nisso. A vida tem as suas surpresas e os seus mistérios. Tradução: a vida é um campo aberto para o novo. 
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Brasileira realiza sonho e passa uma


 noite na vila do Chaves, no México

Paulo Pacheco
Do UOL, em São Paulo
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Brasileira passa uma noite na vila do "Chaves"13 fotos

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21.nov.2015-Vencedora do concurso que levou um fã para a vila do Chaves, a brasileira Luciana Yonekawa beija o namorado, o mexicano Alberto Negrete, dentro do barril do Chaves Arquivo pessoal
Um ano após a morte de Roberto Gómez Bolaños, criador de "Chaves", uma brasileira realizou o sonho de muitos fãs da série: passou uma noite na vila do Chaves, na Cidade do México. A sortuda foi Luciana Yonekawa, que conheceu o cenário ao lado do namorado, o mexicano Alberto Negrete. Eles se hospedaram na vila com direito a sanduíche de presunto, churros e foto no barril, ícones do programa
Luciana participou de um concurso da plataforma de hospedagem Airbnb que premiava o autor da frase mais original com uma visita à vila do programa. Somente residentes no México puderam participar, mas a brasileira, que vive no México desde 2012, foi a sorteada e se desesperou de felicidade ao receber a notícia.
"Comecei a gritar! Eles devem ter gravado, porque alguém da Televisa disse que escutou e morreu de rir. Passei o dia inteiro rindo, falei para os meus amigos do Brasil. Nunca ganhei nada na vida, nem concurso cultural nem mega-sena. E ganhei uma noite na vila do Chaves", comemora.
O concurso foi realizado em parceria com o Grupo Chespirito, comandado pela família de Roberto Gómez Bolaños, morto em 28 de novembro de 2014. O filho do comediante, Roberto Gómez Fernández, recepcionou o casal, que chegou à vila com os olhos vendados.
"Foram buscar a gente num Cadillac 1975 conversível e nos vendaram. O lugar é secreto. Quando cheguei, começou a tocar a musiquinha de abertura do 'Chaves'. Tiraram a venda e foi surreal. Foi como entrar na televisão, de cara para a vila, para a casa da Dona Florinda", relembra Luciana.
A brasileira conheceu a vila no último dia 21. Quando pisou no cenário, engasgou de emoção e não chorou: "Não consegui andar direito, foi muito engraçado, foi muito emocionante, foi a sensação de entrar na televisão, porque fizeram a vila igualzinha, exatamente como era".
Luciana e o namorado ficaram hospedados em um quarto onde Glória e sua sobrinha, Paty, moraram na série. Antes de dormir, o casal tirou fotos no barril e imitou cenas famosas de "Chaves". "Sentei no triciclo da Chiquinha. A primeira coisa que fiz foi entrar no barril. Já tinha pedido pro Alberto, 'um beijo dentro do barril você vai me dar'. Não entrei na casa da Bruxa, fiquei com medo (risos)", conta a fã.
O casal comemorou a visita à vila com direito a sanduíche de presunto, prato preferido de Chaves, champanhe, suco de tamarindo e churros, outra comida que aparece na série. Eles também conheceram itens raros no museu dentro do Grupo Chespirito, como a máquina de escrever em que Bolaños escreveu todos os roteiros do programa.
Chaves no Brasil e no México
A brasileira de 34 anos (mas brinca que tem 29 desde 2010) trabalha como tradutora e é fã do programa desde criança. Segundo ela, os mexicanos ficaram impressionados quando souberam os nomes dos personagens no Brasil e que o SBT já passou oito horas de "Chaves" por dia.
"Seu Madruga, Don Ramón é o mais chocante de todos. Seu Madruga? Chiquinha? Era criança quando o SBT passava oito horas de 'Chaves'. Sempre que assistia TV, tinha Chaves. Falei isso para o pessoal daqui, e eles ficaram muito impressionados, até o Roberto Gómez Fernández", afirma.
Segundo a brasileira, "Chaves" passou a ser mais valorizado no México após a morte de Bolaños. Muitos mexicanos não respeitavam a série por ser da rede mexicana Televisa, que concentra a maior parte da mídia do país. "Chaves", entretanto, ajuda a divulgar o país para o mundo e unifica a América Latina, como Luciana tentou falar para o filho de Bolaños.
"O que me ocorreu na hora foi dar um abraço. Falei: 'Esse é o abraço que milhões de pessoas queriam dar em você e no seu pai. Seu pai foi muito importante para nossa infância'. Foi o que consegui falar na hora". Somos um casal multicultural, e Chaves também conseguiu ultrapassar fronteiras", diz a fã brasileira.
Confira a resposta enviada por Luciana para ganhar o concurso:
"Somos um casal metade brasileiro, metade mexicano. Em todos os lugares que vamos - e que falam espanhol - as pessoas dizem que Alberto fala como o Chaves. O sonho dos nossos amigos brasileiros é que façamos uma cerimônia em Acapulco, onde Chaves passou suas férias. Se passássemos uma noite na Vila, causaríamos uma comoção nacional no Brasil e meu amado mexicano daria um espaço maior em seu coração para o Chaves. Abram os seus braços e suas portas para nós, seremos os seus melhores hóspedes!"
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Negócio com a Turner deve levar Band 


a romper com Igreja Universal


Colunas - Flavio Ricco
Todo o entendimento da Band com a Turner, em estado bem avançado – troca de minutas entre advogados, segundo fontes muito próximas coloca a Rede 21 na linha de frente das negociações.
Isto, entre outras implicações, poderá significar em breve o fim da ocupação da emissora pela Igreja Universal.
Hoje, como se sabe, a IURD é a sua inquilina única, através de um contrato que vigora desde meados de 2013. Como uma rede de aluguel, antes ela passou pelas mãos de outros concessionários, como a Gamecorp e a Igreja Mundial do Poder de Deus.   
* Colaboração de José Carlos Nery
Leia mais em: http://zip.net/bxstwk

Nascimentos, casamentos, mortes: o que

 mudou no Brasil em 40 anos?

Do UOL, no Rio
  • Arte/UOL
Nos últimos 40 anos, os brasileiros passaram a viver mais e melhor, a mortalidade infantil caiu quase 90% e ações impensáveis no começo dos anos 1970 --como o divórcio legal e o casamento entre pessoas do mesmo sexo-- tornaram-se realidade.
É o que mostra a pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2014, divulgada nesta segunda-feira (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que pela primeira vez compara os dados de 2014 com os de 1974, ano em que passou a sistematizar essas informações.
Confira abaixo dez das principais mudanças na vida dos brasileiros apontadas pelo IBGE.

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Quase todos os nascimentos em hospitais

Desde 1996, o percentual de partos em hospitais é superior a 95% dos nascimentos registrados, tendo alcançado 99,1% em 2014. Em apenas 20.998 dos registros de nascimentos, o equivalente a 0,7% do total, o parto foi no domicílio. Em 1974 esse número era de cerca de 60%.
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Dez vezes mais divórcios

Em 1984, quando o IBGE passou a registrar também o número de divórcios no país, 30.847 casais se separaram. Esse número cresceu dez vezes nos últimos 30 anos, chegando a 341.181 separações em 2014. Enquanto em 1984 a taxa geral de divórcio da população (que representa o número de separações por 1.000 habitantes de 20 anos ou mais) era de cerca de 0,5%, no ano passado ela chegou a 2,41%.
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40: idade de separar

Assim como em 1984, primeiro ano em que o IBGE registrou também o número de divórcios no país, a idade média em que homens e mulheres se divorciam permaneceu na casa dos 40 anos. Como há 30 anos, as mulheres seguem se divorciando, em média, aos 40. No caso dos homens houve um aumento de um ano, passando de 43 para 44 anos.
Leia mais em: http://zip.net/brssFQ

Temer diz que haverá 'esforço' para 


votar mudança na meta fiscal


Brasília - O vice-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira, 30, que o governo vai mobilizar a base aliada para tentar votar o projeto que altera a meta fiscal de 2015 ainda nesta terça-feira, 1. "Vai haver um esforço para isso. Acho importante que vote", disse.
O presidente em exercício se comprometeu a ajudar na articulação do governo nesta segunda, já que a presidente Dilma Rousseff está na França, onde participa da 21ª Conferência do Clima.
Dilma, por sua vez, decidiu cancelar a visita que faria a dois países asiáticos esta semana para voltar antes ao País neste momento de agravamento das crises política e econômica. Na terça, ela vai comandar pessoalmente a reunião com líderes, para apelar pela aprovação do projeto, considerado "prioridade zero" pelo governo.
A alteração da meta deveria ter sido votada na semana passada, mas a sessão do Congresso que apreciaria o tema foi adiada por conta da prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS).
O projeto de lei do Executivo altera a meta de resultado primário de 2015 e autoriza o governo a adotar como meta um déficit primário de R$ 51,2 bilhões, mas que pode chegar a R$ 119,9 bilhões com o pagamento das chamadas pedaladas fiscais.
A aprovação da medida é essencial para sustar os efeitos do decreto publicado nesta segunda no Diário Oficial, contingenciando R$ 11,1 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias), ou seja, investimentos públicos e custeio da máquina, como diárias e passagens de avião.
Leia mais em: http://zip.net/bdss2v