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11 de setembro de 2013

Para ser excitante não precisa ser pornô; veja seleção de filmes quentes 

"Beleza Americana" trata dos desejos sexuais reprimidos na vida no subúrbio, entre eles o do homem que não transa mais com a mulher e se torna obcecado pela jovem vizinha, papel de Mena Suvari, que protagoniza a inesquecível cena em que aparece coberta de pétalas de rosa.



A tônica sensual de "Vicky Cristina Barcelona" é dada pelo triângulo amoroso formado por Scarlett Johansson, Penélope Cruz, premiada com o Oscar de coadjuvante pelo papel, e seu marido na vida real, o sexy Javier Bardem, que interpreta o artista Juan Antonio

Embora feito para adolescentes, a cinessérie adaptada de livros "Crepúsculo" teve um apelo inesperado entre as mulheres de 30 e 40 anos. A explicação? A tensão sexual que nasce a partir do retrato do amor romântico e platônico entre o mocinho Robert Pattinson e Kristen Stewart, namorados na vida real enquanto gravavam os filmes


"O Último Tango em Paris": o drama, classificado pela proeminente crítica norte-americana Pauline Kael como "o filme erótico mais poderoso já feito", rendeu ao diretor italiano Bernardo Bertolucci um processo por obscenidade na Itália. Marlon Brando é um viúvo em crise existencial que se envolve com uma jovem parisiense em uma relação marcada pelo vazio emocional e pelo sexo sem limites. "A polêmica cena da manteiga é um clássico do erotismo no cinema", avalia Carol Teixeira, autora do blog "A Obscena Senhorita C"

A sensualidade romântica dá lugar à luta pela vida com as transformações sociais de "E o Vento Levou", estrelado por Vivien Leigh e Clark Gable. Embora não tenham se dado bem nos bastidores, a dupla de atores convence como a inicialmente mimada Scarlet O'Hara e o conquistador Rhett Butler, que vivem a saga entre tapas e beijos


Baseado em uma história real, "Educação" tem uma adolescente brilhante (e entediada com a vida no subúrbio) seduzida por um homem cosmopolita com o dobro de sua idade. Entre restaurantes finos, viagens a Paris e visitas a clubes noturnos, ele a inicia em uma vida muito mais excitante do que jamais sonhara

Inicialmente banido de vários países, como Alemanha e Estados Unidos, "O Império dos Sentidos" escandalizou as plateias no final dos anos 1970 com cenas reais de sexo para contar a história da entrega completa aos desejos por parte de um empresário e sua amante. A obsessão dos dois se manifesta na experimentação sexual sem limites, até o desfecho trágico

"Cleópatra": o tórrido romance entre Elizabeth Taylor e Richard Burton marcou os bastidores de uma produção tumultuada, que estourou o orçamento inúmeras vezes para contar com suntuosidade jamais vista a história da rainha do Egito e da sedução feminina ligada ao poder

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