Jovem morta em Goiás recebia cartas com ameaças do padrasto, diz polícia
Loanne Rodrigues da Costa, de 19 anos, o padrasto dela foram encontrados mortos amarrado em uma árvore em 16 de dezembro de 2013
Flávia Maia - Correio Braziliense
Peritos do Instituto de
Criminalística da Polícia Civil de Goiás concluíram o laudo grafotécnico
realizado nos bilhetes com ameaças recebidos por Loanne Rodrigues da
Costa, 19 anos. A estudante de enfermagem foi encontrada morta em
Pirenópolis (GO), em dezembro do ano passado, ao lado do padrasto,
Joaquim Lourenço da Luz, 47.
Segundo a perícia, a letra dos textos coincide com a grafia de Joaquim, confirmando que era ele quem enviava as mensagens à enteada. Como forma de disfarce, em uma das cartas, ele escreveu que a jovem deveria ter morrido quando recebeu uma paulada na cabeça durante a Festa do Divino, em abril do ano passado, mas que “da próxima vez o padrasto maldito não estaria por perto.”
Por causa dessa agressão citada no bilhete, Loanne ficou internada no Hospital de Urgências de Anápolis, cidade onde ela frequentava a faculdade. Na época, Joaquim teria chegado logo após a violência e levado a vítima para a unidade de saúde.
A mãe dela, Sandra Rodrigues da Silva, registrou uma ocorrência, mas as investigações não tiveram conclusão. As cartas analisadas pelos peritos foram coletadas na casa em que vivia a família, no bairro Alto do Carmo, em Pirenópolis .
O fato de os bilhetes terem sido redigidos pelo padrasto confirma a principal linha de investigação do inquérito, a de que o padrasto teria assassinado a enteada e se suicidado em seguida usando dinamite da pedreira onde trabalhava.
Flávia Maia - Correio Braziliense
| Exames grafotécnicos confirmaram que Joaquim escrevia bilhetes para amedrontar a jovem Loanne Rodrigues Costa foto: Reprodução/Facebook |
Segundo a perícia, a letra dos textos coincide com a grafia de Joaquim, confirmando que era ele quem enviava as mensagens à enteada. Como forma de disfarce, em uma das cartas, ele escreveu que a jovem deveria ter morrido quando recebeu uma paulada na cabeça durante a Festa do Divino, em abril do ano passado, mas que “da próxima vez o padrasto maldito não estaria por perto.”
Por causa dessa agressão citada no bilhete, Loanne ficou internada no Hospital de Urgências de Anápolis, cidade onde ela frequentava a faculdade. Na época, Joaquim teria chegado logo após a violência e levado a vítima para a unidade de saúde.
A mãe dela, Sandra Rodrigues da Silva, registrou uma ocorrência, mas as investigações não tiveram conclusão. As cartas analisadas pelos peritos foram coletadas na casa em que vivia a família, no bairro Alto do Carmo, em Pirenópolis .
O fato de os bilhetes terem sido redigidos pelo padrasto confirma a principal linha de investigação do inquérito, a de que o padrasto teria assassinado a enteada e se suicidado em seguida usando dinamite da pedreira onde trabalhava.
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