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5 de julho de 2014


Mulheres terão vagão exclusivo em 

trens e no metrô de São Paulo

A medida ainda terá de ser aprovada pelo governador do estado, Geraldo Alckmin, para entrar em vigor

REDAÇÃO ÉPOCA

Paulistanos superlotam as estações de metrô ao correr para casa para assistir ao jogo de abertura da Copa do Mundo na África do Sul em 2010 (Foto: Keiny Andrade / Getty Images)
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou nesta quinta-feira (3) o projeto de lei que obriga a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e o Metrô a reservar espaço exclusivo para mulheres, o chamado vagão rosa.
No começo deste ano, a Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom) prendeu pelo menos 33 homens que se aproveitavam da superlotação nesses meios de transporte para abusar de passageiras.

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O Projeto de Lei 175/2013, de autoria do deputado Jorge Caruso (PMDB), precisa ainda ser sancionado pelo governador do estado, Geraldo Alckmin, para entrar em vigor. Pela proposta aprovada, o trem e o metrô devem destinar um vagão em cada composição para as mulheres. O vagão rosa funcionaria diariamente, exceto fins de semana e feriados.

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Caso a lei seja sancionada, trem e metrô terão prazo de 90 dias para cumprir as normas, sob pena de pagamento de multa.

Modelo testado

Outras grandes cidades como Tóquio, Brasília e Rio de Janeiro já adotaram esta medida polêmica. Em São Paulo uma medida similar chegou a ser testada na CPTM em 1995, mas foi abandonada por falta de adesão dos passageiros.

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