Ao Vivo

4 de novembro de 2013

Ranking da VIP

As mulheres mais sexy do mundo, veja as 15 primeiras colocadas.



Paolla Oliveira, intérprete de Paloma em "Amor à Vida", levou o título de "A mulher mais sexy do mundo" pela revista VIP. A escolha, feita por votos dos leitores da publicação, já elegeu Juliana Paes (2012) e a atriz Deborah Secco (2011) como as musas do ano. Em entrevista, o marido de Paolla, Joaquim Lopes, falou sobre a coroação da mulher: "A beleza da Paolla vai muito além. É uma pessoa muito generosa, família, parceira, características que a deixam muito mais bonita", completou. Veja quem são as outras beldades da lista.



2º lugar - Anitta



3º lugar - Bruna Marquezine 


4º lugar - Sabrina Sato 



5º lugar - Débora Nascimento 



6º lugar - Deborah Secco 



7º lugar - Marina Ruy Barbosa 



8º lugar - Isis Valverde 



9º lugar - Juliana Paes


10º lugar - Nicole Bahls 



11º lugar - Sophie Charlotte 



12º lugar - Maria Casadevall 



13º Lugar - Bruna Linzmeyer


14º lugar - Juju Salimeni 


15º lugar - Lua Blanco 
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REFLEXÃO



Netinho fala pela primeira vez desde internação e agradece fãs







O cantor Netinho, que ficou quatro meses internado devido a vários problemas, como inflamação muscular, artéria rompida e um tumor benigno no fígado, enviou uma mensagem para os fãs pela primeira vez, na noite deste domingo.
Ele conta que já está de volta a Salvador depois de um longo tratamento de fisioterapia, em São Paulo. "Já estou em minha casa na Praia de Guarajuba e recebi hoje de tarde para comer um caruru feito por minha mãe, meu amigo Manno Góes e sua esposa Janina Andrade", escreveu ele.
O artista conta que não acessava a internet desde seua internação e que retorna agora às redes sociais para agradecer aos médicos e aos fãs. "Em breve escreverei para vocês um texto relatando o que vi e vivi nesses últimos 07 meses".

Leia a mensagem na íntegra:
Oi gente! Hoje eu vou dormir mais feliz do que ontem e do que anteontem. Como vocês sabem, já estou em minha casa na Praia de Guarajuba e recebi hoje de tarde para comer um caruru feito por minha mãe, meu amigo Manno Góes e sua esposa Janina Andrade. Foi uma tarde incrível, de bons papos, boas risadas e boas recordações. Espero muito que eles venham mais vezes. Não entro na internet desde o dia 24 de abril, quando fui internado. Meu retorno às redes sociais está sendo agora e em breve escreverei para vocês um texto relatando o que vi e vivi nesses últimos 07 meses. Gostaria de agradecer a Deus, ao meu amigo Dr. Roberto Kalil Filho e toda a sua equipe do Hospital Sírio Libanês por serem responsáveis por hoje eu estar em perfeita saúde. Agradeço também aos meus fãs e amigos pelas orações e demonstrações de amor e a todos os profissionais da imprensa pelo carinho. Um beijo grande! 

Em São Paulo, Justin Bieber se irrita e deixa palco sem cantar bis de "Baby"



  • 02.nov.2013 - O cantor pop canadense Justin Bieber se apresenta na Arena Anhembi, em São Paulo
    02.nov.2013 - O cantor pop canadense Justin Bieber se apresenta na Arena Anhembi, em São Paulo
Com 1h15 de atraso, Justin Bieber se apresentou para 35 mil pessoas na Arena Anhembi, em São Paulo. Em meio a choradeiras, histeria e desmaios, o cantor  pop candense tirou suspiros das fãs que esgotaram os ingressos do local. No entanto, no bis do show - momento em que ele cantaria "Baby" - uma garrafa d'água foi atirada contra seu microfone. Irritado, Bieber deixou o palco antes do gran finale.

Os bailarinos de Bieber ficaram paralisados ao verem o astro teen saindo o palco. Esperançosos, eles até tentaram aguardar a volta do cantor, mas em vão. Ele não apareceu e muitas fãs caíram novamente ao choro. "Alguém tem que pedir desculpa para ele", disse uma delas. Poucas horas após o show, as hashtags "#SorryJustinFromBrazil" e "#BrazilSorryJustin" entraram para os trending topics mundial. Fãs de todas as partes do mundo tentaram se desculpar com o cantor pelo ocorrido no Brasil. Ainda na rede social, Bieber agradeceu o amor dos fãs e aproveitou para dizer que neste domingo faz mais um show no país, no Rio de Janeiro.
Mesmo dando chá de cadeira nas fãs, Justin empolgou o público paulistano abrindo o show da turnê "Believe" com o hit "All Around the World". Pedindo que o público fizesse muito barulho, ele disse: "E aí, São Paulo?! Estão prontos para uma aventura esta noite? Sou o Justin Bieber e quero levar vocês. Pulem, pulem!".
Incorporando um sex symbol, Bieber fez trocas de roupas e levou a garotada ao delírio ao tirar a camisa. Outro ponto alto da apresentação foi o momento que escolheu uma felizarda para subir ao palco e ganhar a tão desejada corOa de flores no hit "One less lonely girl".
Fãs ficam sem banho e perdem prova
Um dia antes do show de Justin Bieber em São Paulo, fãs do cantor pop superlotam a rua Olavo Fontoura, em frente ao Anhembi – local da apresentação. Muitos deles estão sem tomar banho, faltaram na escola, perderam provas, enfrentaram calor e frio e não desgrudam das barracas, transformando a calçada em uma espécie de Woodstock brasileiro adolescente. Assista ao vídeo acima.
Em clima de festa, gritos e ansiedade para ver o ídolo, muitos pais acompanham seus filhos para realizar o sonho deles, perdem dias de trabalho e passam as noites dentro de uma barraca pequena e com pouco aconchego.
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Fãs de Justin Bieber acampam na fila do Rio e de SP

30.out.2013 - Mesmo com proibição, fãs de Justin Bieber voltam a montar barracas em frente ao Anhembi. O show acontece no dia 2 de novembro ANTôNIO MIOTTO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
Mas nem sempre foi assim. Adolescentes e jovens só voltaram a montar barracas no local no início desta semana. Proibidos pelo Conselho Tutelar e Guarda Civil Metropolitana desde o final de setembro, eles ignoraram a medida e formaram um grande acampamento no lugar.
De acordo com a assesoria do Anhembi, não houve nenhuma liberação de nenhum dos órgãos para que as fãs voltassem a se instalar no local. "Elas não podem ficar ali porque atrapalham o fluxo e é muito perigoso. Além de tudo, muitas são menores de idade", explicou o assesor, que aguarda um posicionamento do Conselho Tutelar e da Subprefeitura de Santana.
Procurada pelo UOL, a subprefeitura de Santana/Tucuruvi disse que tem realizado vistorias diárias na região do Sambódromo em razão da proximidade do show. "As pessoas estão sendo orientadas a preservar o espaço mínimo, para garantir a circulação de pedestres na calçada", diz o órgão em comunicado. E acrescenta: "Não há liberação por parte da subprefeitura para a montagem de barracas".
Os fãs estão no local desde o dia 13 de setembro. Inicialmente, montavam barracas e acampavam no portão 29 do Anhembi.
No entanto, depois que a Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro determinou que barracas não fossem montadas em frente ao sambódromo da cidade, as novas medidas chegaram a São Paulo. Desde o dia 26 de setembro, as paulistas também foram proibidas de acampar na rua à espera de Justin. Segundo a assessoria das subprefeituras de São Paulo, as barracas foram retiradas com ajuda do Conselho Tutelar e da Guarda Civil Metropolitana por "uso irregular do solo e obstrução de passagem".
No dia 3 de outubro, a equipe do UOL esteve no local e conversou com as fãs que relataram alguns perrengues passados por elas desde o primeiro dia que se instalaram no Anhembi.
"No dia em que tiraram as barracas, vieram muitos policiais aqui e, se a gente não saísse, iam tirar a força e pegar tudo o que tinha no chão. Falaram que se a gente dormisse aqui, os pais poderiam até responder processo", contou ao UOL a estudante T. G., de 17 anos. Ela é uma dos 280 fãs que se dividem em grupos e se revezam diariamente para "marcar território" em frente ao Anhembi, mesmo sem barraca.

Milton Neves polêmico

Marcos Júnior/Portal TT/Manuela Scarpa/Foto Rio News


"Justus é o sujeito mais cruel que conheci na vida", diz Milton Neves


Um dos jornalistas mais polêmicos do país, Milton Neves não esconde a mágoa que sente de Roberto Justus. O publicitário e apresentador do reality show O Aprendiz (Record) foi a pessoa "mais cruel" que atravessou a carreira de Neves, afirma o âncora do Terceiro Tempo (Band) em sua biografia.

Em 2007, Justus tirou Neves da Record com a promessa de transformá-lo, na Band, no Silvio Santos do futebol. Neves abriu mão do contrato estável e do alto salário que tinha na Record. O projeto na Band foi cancelado um mês depois. E Neves se viu desempregado. Foi parar no hospital.

Escrito por Cláudio Tognolli e André Rosemberg, o livro de Milton Neves será lançado no próximo dia 11, às 19h, no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo.

Na última quinta, Milton Neves recebeu o Notícias da TV para falar da biografia em seu escritório, na avenida Paulista, onde possui um quarto com cama e closet _e pernoita duas vezes por semana.

Durante duas horas, riu e se emocionou. Ele falou sobre família e trabalho, as dificuldades que passou ao chegar em São Paulo, o início de carreira como repórter de trânsito na rádio Jovem Pan e as desavenças com Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, com Jorge Kajuru e, obviamente, com Roberto Justus. 

Procurado, Roberto Justus, por meio de sua assessoria, preferiu não se manifestar antes de a entrevista ser publicada.

A seguir, os principais trechos da entrevista.

Notícias da TV - Por que o sr. decidiu escrever esse livro?

Milton Neves - Insistentemente, fui procurado pelo [jornalista] Claudio Júlio Tognolli, mas ele foi escrito por André Rosemberg. Eu não sabia que fazer livro era tão difícil, importante, demorado, e também não sabia que eu tinha tanta história para contar. E vou lançar mais dois livros já no ano que vem. 

Notícias da TV - Como foi o começo de sua aventura em São Paulo?

Neves - Foi difícil. Cheguei em São Paulo em 1972 para fazer faculdade no Objetivo. Morei num porão, tinha que pagar comida, pensão e a faculdade. E a minha tia, que estava em Muzambinho (sua cidade natal, em Minas), disse: "Não dá! Não tenho condição de pagar" (nesse momento, Neves se emociona e chora). Mas um professor me indicou para um teste na Jovem Pan, [que tinha parceria com a faculdade para bolsas]. Passei e me colocaram como repórter de trânsito, setorista do Detran.

Notícias da TV - No livro Ninguém Faz Sucesso Sozinho, Antonio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, dono da Jovem Pan, disse que o senhor foi a maior decepção na vida dele. Tudo teria começado por conta do registro da marca Terceiro Tempo. Qual é a sua versão?

Neves 
-  No começo dos anos 1990, a TV Manchete me procurou para fazer um Terceiro Tempo. Eu pedi autorização ao "Seu" Tuta para utilizar a marca na TV, mas ele disse: "Isso tem custo, isso tem custo. Se quiser registrar, pode registrar". E registrei. Entrei na televisão, mas comecei a faturar mesmo na Record, anos depois. E o homem  [Tuta] ficou puto, enciumado. O meu nome sumiu das chamadas da rádio Jovem Pan. Domingo eu tinha sete horas de programa e passei a ter uma. Sumi do ar de janeiro a abril. Foi um assédio moral absurdo. No fim de maio de 2004, entrei na Justiça e pedi "demissão indireta". Estamos à espera da decisão da Justiça.

Notícias da TV - Vocês continuam trabalhando no mesmo prédio. E nunca mais se esbarraram?

Neves - Várias vezes. Certo dia, entrei no elevador e estava o "seu" Tuta com outros sete funcionários. Ele ficou de costa e disse: "Alguém tem sal grosso aí?" Foi uma coisa constrangedora. Mas hoje em relação ao Tuta, eu só tenho carinho e muita torcida pela saúde dele. 

Notícias da TV - E o sr. relata o episódio com Roberto Justus em seu livro? O que aconteceu exatamente?

Neves - [Roberto Justus] É um dos caras mais inteligentes, brilhantes, poliglotas. Fala 300 línguas e, ao mesmo, é o sujeito mais gelado e cruel que eu conheci na minha vida. Ele me tirou da Record com a promessa de que eu seria o "Silvio Santos do futebol", tanto é que eu ia fazer cinco programas na faixa nobre por semana, mais um no domingo à noite, contrato de três anos.

Ele me seduziu. Mandou o [diretor] Hélio Vargas me procurar. E fui para a Bandeirantes. Depois de um mês, na semana que ia estrear, ele me telefona: "Resolvi abortar o negócio. Passa lá na minha agência que eu vou te pagar um mês". Na maior arrogância. Fui parar no hospital.

Notícias da TV - Então o sr. quase morreu após a notícia dada por Justus?

Neves - Cara, eu fui de ambulância para o [Hospital Albert] Einstein. O médico pegou a minha pressão e disse: "Olha, você só não morreu porque Deus não quis". Depois disso, o Justus me ligou marcando uma reunião. Eu saí do hospital de pantufa para essa reunião. A mudança desse cara de um mês para aquela reunião foi coisa da água para o vinho. Ele falou assim: "Pode processar. Tenho um batalhão de advogados".

Notíicias da TV - Como é a sua relação com José Luiz Datena?

Neves - O Datena hoje é um grande amigo meu. Hoje conheço bem o Datena. Ele tem um coração maior do que a barriga, mas é muito influenciável. E o [Jorge] Kajuru envenenava muito o Datena. O Kajuru chegou um dia assustado no meu escritório e disse que a polícia de Goiás estava atrás dele e precisava de um lugar para se esconder. Eu o abriguei aqui. Mas esse cara, de um grande amigo, grande admirador, passou a me atacar. Coisa que não entendo até hoje. É um cara inteligentíssimo, mas ele trocou tudo isso pela agressão gratuita.

Notícias da TV - Já foi ameaçado por alguma torcida?

Neves - Só uma vez, quando eu estava embarcando para Miami, no aeroporto de Cumbica, um grupo de três torcedores do Cruzeiro me peitou. Nesse dia fiquei com medo.

Notícias da TV 
- Como foi a sua fase no Cidade Alerta, da Record?

Neves - O Cidade Alerta foi um inferno. Aquilo ali é muito pesado, mas tenho muita gratidão pela Record. Foram sete anos fantásticos.

Notícias da TV - Sente falta de apresentar programas de entretenimento?

Neves - Desde que seja na língua portuguesa, eu faço qualquer tipo de programa.

Notícias da TV - Apresentaria A Fazenda, por exemplo?

Neves - Aquele programa é a minha cara. Olha para minha cara de fazendeiro. O Britto Jr. é muito ruim (risos).

Notícias da TV - O sr. morou numa pensão com outras 120 pessoas, só tinha duas camisas para ir à faculdade, foi chamado de "burro" em seu primeiro teste na Jovem Pan, e se autodefinia como um "Grande João Bosta". Mas e hoje, é dono de quantas empresas?

Neves - Tenho seis empresas no setor de agricultura, pecuária, comunicação e imobiliária.

Foto: UOL
Polêmica! Miss Bumbum 2013 cria slogan sobre Deus; conheça as candidatas do concurso

Andressa Urach aparece vestida de freira no convite


Andressa Urach aparece vestida de freira no convite - 1 (© Montagem Famosidades)


Mais polêmico impossível! O concurso Miss Bumbum 2013 promete surpreender. Isso porque a organização do evento criou um convite com um slogan sobre Deus.
Isso mesmo! Com a vice-Miss Bumbum 2012, Andressa Urach, se olhando no espelho com o reflexo da imagem de um freira, o convite traz a seguinte frase:
"Depois de algumas notícias até Deus quer saber quem será a próxima Miss Bumbum". 
Falando em Andressa, a ex-participante de "A Fazenda 6" será a apresentadora da grande final do concurso, no dia 13 de novembro, em São Paulo.


Andressa Urach aparece vestida de freira no convite - 1 (© Montagem Famosidades)



Inversão de papéis na cama pode esquentar relações heterossexuais



  • Ter a fantasia de inverter os papéis na cama não significa que um homem tenha desejos homossexuais
    Ter a fantasia de inverter os papéis na cama não significa que um homem tenha desejos homossexuais
Acessório erótico geralmente associado ao sexo entre lésbicas, a cinta peniana permite que o corpo feminino proporcione o prazer provocado pela penetração e vem sendo adotada também por casais heterossexuais que buscam sensações diferentes na cama.

De formatos, texturas, dimensões e tecnologias variadas –algumas contam com vibrador–, a cinta traz um pênis artificial acoplado e serve basicamente para que homens e mulheres possam trocar de papéis na transa.

A brincadeira não interfere na sexualidade e nos papéis de cada um no cotidiano familiar, social ou profissional, e pode incrementar a intimidade e o relacionamento. No entanto, algumas questões merecem ser analisadas antes de tentar a prática.
Segundo Oswaldo Rodrigues Junior, terapeuta sexual e diretor do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade), culturalmente aprendemos a enxergar os homens como viris, seres que dão ordens e são obedecidos, e as mulheres como submissas.

Para muitas pessoas, entretanto, seguir os papéis que a sociedade impõe tem um custo emocional alto. Por isso, em algumas situações elas buscam exercer o papel oposto ao exigido, o que se denomina inversão de papéis. "Isso leva alguns casais a usarem as cintas penianas nas atividades sexuais", explica o psicólogo. Os homens podem se deixar conduzir, enquanto as mulheres se sentem mais poderosas, masculinizadas, no comando da situação.
  • Há, evidentemente, o aspecto físico: vários homens sentem prazer com a estimulação anal, sem que isso inclua desejos homossexuais. O tesão é pela parceira, e é ela quem deve realizar a penetração.

A terapeuta sexual Arlete Girello Gavranic, coordenadora do curso de pós-graduação em Educação e Terapia Sexual do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), conta que nem todos os homens conseguem experimentar essa vivência facilmente.

"Alguns evitam até fantasiar a situação, pois têm receio de que isso signifique um desejo homossexual. Muitos homens nem permitem carícias na região do períneo ou do ânus com medo de sentir excitação", diz. Uma pena, segundo ela, porque a região é rica em terminações nervosas e, portanto, muito sensível do ponto de vista erógeno.

"O fato de ser penetrado não significa que um homem é menos ou mais viril. É apenas uma forma diferente de sentir prazer", completa a psicóloga e terapeuta sexual Carla Cecarello, presidente da ABS (Associação Brasileira de Sexualidade).

Não se pode ignorar que existem aqueles que sentem vontade de transar com outro homem, e ficam somente no plano da fantasia. "Homens que têm dúvidas sobre as próprias preferências sexuais provavelmente terão preocupações sobre ser ou não ser heterossexuais com essas brincadeiras", conta Oswaldo.
 
Às vezes, tais questionamentos também acometem as mulheres, que colocam em dúvida a masculinidade do parceiro caso seja ele quem tome a iniciativa de propor a cinta peniana. Várias das que encaram a experiência, porém, acabam gostando de vivenciar um certo poder sobre o outro. Outras já não se preocupam em ser poderosas, mas sim em criar uma situação satisfatória e de intimidade com o parceiro.
 
 
Uma questão crucial antes de investir no acessório é se o uso recorrente da cinta peniana pode atrapalhar a vida sexual do casal. Se ela for satisfatória para os dois, não há problema nenhum. Como sempre, a resposta está em usar o bom senso. "Essa é uma prática que apimenta a relação e, portanto, o ideal é que seja eventual. Se passa a ser frequente, a espontaneidade para outras formas de obtenção de prazer fica comprometida e corre-se o risco de o casal entrar em conflitos por conta disso", fala Carla Cecarello.
 
E se o brinquedo representar a satisfação de necessidades apenas de um dos dois, certamente vão surgir problemas depois de algum tempo de prática. De acordo com o terapeuta sexual Oswaldo Rodrigues, é importante conversar bastante antes de experimentar a cinta.

"Muitas coisas devem ficar apenas na fantasia do casal. E não basta imaginar que será prazeroso. É necessário reconhecer os limites individuais e discutir como não transpô-los e evitar danos um ao outro, além de levantar as possíveis consequências e o que farão com elas", afirma o especialista.

2 de novembro de 2013

"Ser santinha já me rendeu muitas traições", revela Laura Pausini

Cantora italiana que está no Brasil para divulgar novo disco fala sobre retrospectiva na carreira, sonhos e casamento: "Meu marido ficou mais mais sexy com a chegada da nossa filha"



A CANTORA LAURA PAUSINI, QUE ESTÁ NO BRASIL PARA DIVULGAR O LANÇAMENTO DE SEU NOVO DISCO "THE GREATEST HITS" (Foto: Simon Plestenjak)
"La Solitudine". A associação do nome Laura Pausini com o título de sua mais famosa canção é imediato para qualquer um que tenha acompanhado a cena musical internacional dos anos 90. A cantora é a artista italiana mais famosa na Europa e no Brasil, país que, pelo menos uma vez por ano, faz questão de visitar, seja para fazer shows ou visitar amigos.

MARIE CLAIRE: Você está lançando o álbum "The Greatest Hits", que celebra 20 anos de sua carreira como cantora. Como é, depois de tanto tempo, parar e olhar para tudo que você construiu?
Laura acaba de desembarcar em São Paulo para divulgar seu novo disco, "Greatest Hits", uma coletânea que reúne seus principais sucessos ao longo de 20 anos de carreira. Em entrevista exclusiva para Marie Claire, a simpática cantora, que nos recebeu em um hotel na região do Morumbi e fez questão de conversar em português,revelou detalhes de seu casamento de nove anos com o guitarrista Paolo Carta, de sua amizade com Hebe Camargo e, principalmente, sobre o tema que mais gosta de cantar: o amor
LAURA PAUSINI: É emocionante, porque, sinceramente, não sonhava em ser uma cantora famosa. Para mim, cantar e fazer sucesso eram coisas muito distantes. Eu só queria me apresentar em restaurantes, estilo piano bar. E meu pai, que também é cantor e sempre foi a minha referência, sempre acreditou que eu era especial e que minha voz merecia mais do que um restaurante (risos). Foi ele quem me convenceu a participar de um concurso quando ainda era adolescente. Ganhei em primeiro lugar e, naquela noite, com certeza, a minha vida mudou, pois recebi muito amor das pessoas, um amor que eu não sabia se desejava merecer. Meu pai me fez compreender que ser cantora era o sonho verdadeiro da minha vida e que esse amor das pessoas era a forma maior que Deus podia dar como sorte para um artista.

"VER MEU MARIDO CUIDADO DE PAOLA, TÃO FOFO E PATERNO, ME FAZ ACHÁ-LO AINDA MAIS SEXY" (Foto: Simon Plestenjak)M.C.: Em todos esses anos de carreira, há algo que sempre quis fazer e ainda não conseguiu?
L.P.: 
Eu fiz muitas coisas que não pensava em fazer. Tenho muitos desejos e sonhos,gostaria muito de cantar com Celine Dion e Shakira, por exemplo. Na minha carreira, tudo é muito maior do que eu sonhava, então, sinceramente, não posso dizer que tenho uma coisa que não fiz. Meu grande sonho era ter um filho e agora que tenho Paola tudo fica diferente...

M.C. O casamento mudou com a chegada de sua filha?
L.P.:
 Estou com Paolo há quase nove anos. Muitas amigas diziam que a relação muda depois de ter um filho, mas eu e meu amor somos muito cúmplices e olhá-lo tão fofo e paterno com Paola me faz achá-lo ainda mais sexy! (risos). Eu sei que as coisas entre duas pessoas podem mudar de um dia para o outro. Se isso acontecer entre eu e Paolo, fico feliz de saber que ele é o pai da minha filha. Se um dia não estivermos mais juntos, sei que ele vai cuidar bem dela, pois é um pai perfeito. Sou verdadeiramente apaixonada por ele!
M.C.: Que tipo de mulher é você?
L.P.:
 Eu gosto de relações longas. Namorei sério três vezes: o primeiro durou dez anos, o segundo de quatro anos e meio e tenho o Paolo. No meio dos dois primeiros passaram três outros garotos, mas era passageiro.Nunca transei com um cara na mesma noite que o conheci. Eu preciso de tempo. Aplaudo muito quem faz isso, porque nas minhas primeiras histórias de amor eu era muito ingênua, muito santinha. E isso me rendeu muitas traições! (risos)
"QUANDO AMO, AMO MUITO! E QUANDO O RELACIONAMENTO ACABA, DEMORO PARA ME RECUPERAR" (Foto: Simon Plestenjak)M.C.: Pensou em se vingar em alguma das vezes?
L.P.: 
Acredito que a vida se encarrega de dar voltar e punir quem merece. Foi assim com Marco, o cara para quem escrevi “La Solitudine”. A história verdadeira é que ele foi meu primeiro amor. Eu tinha 12 anos e foi a primeira vez que fiquei apaixonada e a primeira vez também que, quando ele me deixou, eu conheci a solidão. Eu pegava o trem com Marco todos os dias para ir para escola e um dia ele passou a pegar o trem com outra. Foi muito difícil, sofri por três anos, pois sou italiana!rs Quando amo, amo muito! E quando acaba, preciso de um tempo longo para me recuperar. Marco voltou pra mim depois que ganhei o concurso em Sanremo, disse que queria voltar. E eu disse que não. Nesse momento, pela primeira vez, descobri o significado real da palavra vingança. Mas acabamos ficando amigos e nos falamos até hoje.
M.C.: Você era muito amiga da Hebe Camargo. Esta é a primeira vez que você vem ao Brasil e ela não está aqui. Como está se sentindo?
L.P.: 
Se hoje as pessoas me conhecem no Brasil, a primeira pessoa a quem devo agradecer  é a Hebe. A primeira vez que me apresentei aqui, foi no programa dela. Hebe me amou desde o primeiro momento, quando eu ainda não era ninguém. Fico muito emocionada de falar sobre isso porque, apesar de nos vermos pouco, tínhamos uma relação forte, quase como de mãe e filha mesmo. Quando ela morreu, foi um momento muito raro, porque na noite anterior eu tive um pesadelo com ela. E então eu levantei e uma amiga me chamou para dizer que Hebe tinha morrido. Eu já estava grávida nessa época, mas nos primeiras quatro meses de gravidez havia risco de perder o bebê, então eu estava esperando o quarto mês para contar a novidade para ela. Hebe sempre me dizia: “eu preciso ser avó". Você precisa ter uma filha menina”. Então foi muito difícil, mesmo. Fiquei muito nervosa por não conseguir vir ao funeral, mas o Claudio, sobrinho dela, me contou que antes de partir ela perguntou por mim e me mandou um abraço. Era era muito inteligente, sabia quando iria partir.
M.C.: Quando se fala em mulher brasileira, qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça?
L.P.:
 Vocês são as mulheres mais lindas do mundo. Isso é indiscutível.Vocês são muito perigosas para o meu casamento porque têm o bumbum muito bonito! O meu é muito grande, estou sempre de dieta, mas o bumbum nunca muda!

Maria Casadevall: "As pessoas querem que eu e o Caio fiquemos juntos, assim como Patrícia e Michel"

Ela migrou do teatro experimental para um dos papéis principais da novela das 9. Os beijos fictícios (mas calientes) que troca com Caio Castro em "Amor à Vida" geraram burburinho na vida real: afinal, estão juntos ou não? Capa de Marie Claire de novembro, a atriz de 26 anos abre o jogo e explica como mantém os pés no chão no universo das celebridades do qual agora faz parte.

"A liberdade com meu corpo tem a ver com o jeito como vejo a vida" (Foto: Fábio Bartelt)
Quando, seis anos atrás, Maria Casadevall juntou-se a trupe do Satyros, premiado grupo de teatro experimental, talvez não imaginasse que hoje fosse dar tanto o que falar. Atualmente no ar como a advogada Patrícia de "Amor à Vida", a atriz entrou para a lista das personagens que inspiram as espectadoras da novela. Quase tudo que veste – dos acessórios aos batons – se torna motivo de ligações e e-mails à Central de Atendimento. O corte de cabelo na altura dos ombros, que ela própria ajudou a cortar, virou tendência. O carinho dos fãs nas ruas também já são parte do lado bom da fama. No restaurante japonês em que foi feita a entrevista da nossa capa de novembro, uma senhora na mesa ao lado acena para a atriz como se fossem velhas conhecidas.

CAIO CASTRO E OUTROS RUMORES
Crianças e mulheres mais velhas são as mais carinhosas comigo. Acabo tomando esse carinho para a minha vida. O ser humano é carente, né? De todo modo, nada muda na maneira como me relaciono com os outros, no meu cotidiano. Isso continua intacto”, diz Maria. Confira, a seguir, os melhores trechos da entrevista com a atriz, nova queridinha da televisão brasileira:
Se o carinho dos fãs são a parte boa da fama, boatos sobre a vida pessoal de Maria são constantes. Como os de que ela teria um affair com Caio Castro, com quem contracena (e faz cenas para lá de calientes) na novela. “Esses boatos têm a ver com o universo que a gente criou. Os personagens despertam curiosidade. As pessoas querem que eu e o Caio fiquemos juntos, assim como Patrícia e Michel (personagem interpretado pelo ator)”, diz ela, que preferiu não comentar os beijos trocados com o ator num show do Rock in Rio.
A ATRIZ NA SESSÃO DE FOTOS PARA NOSSA CAPA DE NOVEMBRO (Foto: Fábio Bartelt)
LAÇOS DE FAMÍLIA
Após os pais se separarem enquanto Maria e o irmão, Caio, ainda eram adolescentes, a atriz ficou mais apegada à mãe, que ela considera seu porto seguro. “Dona Tereza é a força da minha vida. É uma guerreira, venceu um câncer no sistema linfático aos 20 anos”, conta. “Ela estava totalmente desacreditada. Meu avô foi atrás do (médico) Drauzio Varella, que salvou a vida dela.” A história trouxe uma importante lição para sua própria trajetória: “Cresci ouvindo que a vida pode acabar a qualquer momento, que a gente tem de viver o que acredita com amor”.
ANTES DA FAMA
Quando ainda estava na escola, Maria vendia bijuterias num quiosque; já mais velha, entregou folhetos na Oscar Freire e foi vendedora da Track & Field. Foi com essas economias que bancou o curso de teatro. Levou as aulas de interpretação junto com a faculdade de jornalismo até trancar os dois para passar um ano na Austrália. “Desde cedo quis trabalhar, ganhar meu dinheiro para ter liberdade. Não queria só aprender inglês, também queria aproveitar. Até pensei em ir para a Europa, mas lá é mais frio e mais caro.”
LIBERDADE SEXY
Se tem algo que marca sua personagem em “Amor à Vida”, são as cenas sexy em que Patrícia aparece praticamente nua. Para Maria, isso não é um tabu. "Sexualidade não vêm necessariamente da nudez. Acho bonito o que é natural, espontâneo. O esquisito, por exemplo, é mais atraente do que o perfeito ‘fake’”, afirma. "A liberdade com meu corpo tem a ver com o jeito como vejo a vida. Gosto de abraçar, de pegar. Enxergo o corpo de maneira natural. Mas sei que, em geral, o que predomina entre as pessoas é certo pudor. Não entendo, mas respeito”.
Confira a entrevista completa com Maria Casadevall na edição de novembro de Marie Claire, que chega às bancas na próxima quinta-feira (7).
A MARIE CLAIRE DE NOVEMBRO, COM MARIA CASADEVALL NA CAPA, CHEGA ÀS BANCAS NO DIA 6 DE NOVEMBRO (Foto: Fábio Bartelt)